Sem pedágio: Viapar encerra atividades nas rodovias do Paraná no dia 26 de novembro

O término das operações da empresa ocorre por causa do fim do contrato de concessão das rodovias

Sem pedágio: Viapar encerra atividades nas rodovias do Paraná no dia 26 de novembro
Não haverá cobrança das tarifas de pedágio até que o novo modelo de concessão seja implementado. - Foto: Divulgação/Viapae

A Viapar, concessionária que administra as rodovias no Paraná, anunciou nesta segunda-feira (22), que encerrará as operações nas estradas paranaenses nesta sexta-feira, 26 de novembro. O término das operações da empresa ocorre por causa do fim do contrato de concessão das rodovias, previsto para a data. 

Em nota divulgada pela Viapar é destacado que a partir da meia-noite do sábado, 27 de novembro, a empresa deixará de fazer manutenção das rodovias, além de parar de executar outros serviços que são de competência da empresa, conforme previsto em contrato. 

Confira o comunicado completo:

“A Viapar comunica aos usuários e à população em geral que a partir da zero hora do dia 27 de novembro encerrará suas operações, devido ao fim do contrato de concessão. Deixa de fazer a manutenção das rodovias e de operar as ambulâncias, guinchos, caminhões pipa, caminhões boiadeiros e inspeção de tráfego. Também encerra suas atividades no monitoramento de câmeras nas rodovias. A empresa agradece seus usuários, população, colaboradores e fornecedores”. 

Não haverá cobrança das tarifas de pedágio até que o novo modelo de concessão seja implementado. Com o fim das operações das concessionárias no estado, segundo o Governo do Estado, as cancelas deverão ser abertas em todas as praças de pedágio, permitindo que os paranaenses trafeguem sem o pagamento das tarifas. 

A previsão é que o Paraná fique até 1 ano com as cancelas de pedágio abertas. A informação foi confirmada pelo secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Guto Silva (PSD). Segundo ele, o Paraná se prepara para continuar oferecendo os serviços essenciais aos motoristas e mantendo a manutenção das rodovias enquanto a nova empresa não assume os serviços.

Maringa.Com