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Parque dos Cerealistas ganha obras esperadas há 27 anos

Depois de 27 anos de espera, um dos maiores centros atacadistas de cereais do país passa a ser dotado de asfalto e galerias pluviais.

No último domingo, dia 22, o prefeito Silvio Barros, lideranças políticas regionais e empresários participaram da entrega das obras de asfaltamento e implantação de galerias pluviais na maioria das ruas e avenidas do Parque do Cerealistas.

Além do deputado federal Ricardo Barros e secretários municipais, na cerimônia estiveram os deputados estaduais Cida Borghetti, Dr. Batista e Wilson Quinteiro.

Localizado entre a PR-317 – na saída para Campo Mourão – e a Avenida Engenheiro Osvaldo Pacheco de Lacerda, na saída para Paiçandu, no Parque dos Cerealistas estão instaladas 110 empresas que absorvem a mão-de-obra de 5,1 mil funcionários na movimentação anual de um milhão de toneladas de soja, trigo, milho, feijão, açúcar, álcool e fertilizantes. “A implantação de infraestrutura representa o fim dos transtornos enfrentados há mais de duas décadas por empresários e motoristas de 850 caminhões bitrem que, em média, trafegam diariamente por essas ruas”, destacou o presidente da associação dos cerealistas, Anibal Victorino da Silva.

As obras executadas – que tiveram a ordem de serviço assinada no dia 25 de fevereiro do ano passado – envolveram a pavimentação asfáltica pelo sistema de asfaltamento comunitário e a implantação de dois emissários de águas pluviais – um no valor de R$ 810,4 mil e outro de R$ 683,3 mil. Os recursos para a implantação das galerias foram repassados pelo governo federal com contrapartida do município.

Entre as vias contempladas com as obras estão 1,6 quilômetro da Avenida Pioneiro Victório Marcon – que une os dois extremos do parque – além das avenidas Marcelo Messias Busiquia e Vereador João Batista Sanches e as ruas transversais Pioneiro Paschoal Pilli, Pioneira Erenita Ribeiro, Pioneira Pierina Carneil Mazzer, Pioneira Maria Cavalcante Ruy e Pioneira Izabel Percz Belai.

Em todas essas vias havia esgoto a céu aberto e a precária pavimentação comprometia o acesso de veículos, por conta de inúmeros buracos e a formação de lama ou poeira em toda a extensão da pista. “Essa obra não foi apenas uma conquista de Maringá e, sim, da região e de todo o Paraná. Afinal, aqui foi feito o asfaltamento de uma autêntica 'rodovia' que vai encurtar muito a distância entre as cidades vizinhas a Maringá”, finalizou o presidente da associação dos cerealistas.

Mais informações: 3221-1425 (Seurb) / 3223-1503 (Urbamar).
PMM