Os países que já disseram “não” à Copa do Mundo
Guerras, boicotes, protestos e problemas de logística já mudaram o rumo do maior evento esportivo do mundo.
A Copa do Mundo é o principal e mais disputado evento esportivo do planeta, mas nem sempre todas as seleções classificadas fizeram questão de participar e lutar pelo título.
Fatores como política internacional e dificuldades financeiras já levaram países a desistirem de disputar o torneio. Entre as nações que possuem esse histórico estão Argentina, França, Índia e 16 seleções da África.
Lista de países que já desistiram de uma Copa do Mundo
Uruguai (1934)
Campeão da primeira edição em 1930, optou por não participar da Copa seguinte na Itália. A decisão foi interpretada como protesto contra a baixa presença de seleções europeias em Montevidéu quatro anos antes.
Argentina e Uruguai (1938)
Boicotaram o torneio na França em protesto contra a decisão da Fifa de manter a competição na Europa, quando esperavam que fosse realizada na América do Sul.
França, Portugal, Turquia e Irlanda (1950)
Desistiram de viajar ao Brasil por dificuldades financeiras e logísticas.
Índia (1950)
Não participou por limitações econômicas e pela prioridade dada aos Jogos Olímpicos.
Egito e Sudão (1958)
Recusaram-se a enfrentar Israel nas eliminatórias por motivos políticos.
União Soviética (1974)
Não disputou a partida decisiva contra o Chile, em protesto pelo uso do Estádio Nacional como centro de detenção após o golpe militar.
16 seleções africanas (1966)
Abandonaram as eliminatórias em protesto contra o formato de vagas, que não garantia acesso direto ao Mundial. A pressão levou a Fifa a mudar as regras e assegurar uma vaga exclusiva para o continente na edição seguinte.
Leia também:
- Prefeitura de Maringá estuda implementar modelo cívico-militar em escolas municipais
- Curso mais disputado da UEM tem 618 candidatos por vaga; confira a lista de concorrência
- Anvisa anuncia recolhimento de lote de água mineral; saiba mais
- Prefeitura abre PSS com vagas para todos os níveis de escolaridade; salários chegam a R$ 9,2 mil