Maringá é uma cidade com qualidade de vida comprovada e considerada, segundo pesquisa publicada na revista Você S/A (Exame), a sétima melhor cidade para se trabalhar na região Sul do Brasil.Além disso, a rede de esgoto, que hoje atinge 72% da cidade, deverá atingir a marca de 82% nos próximos anos. Mais de 90% da população conta com água tratada. A partir de agora, o desafio do município é dar um salto de qualidade e entrar na, ainda seleta, Rede de Municípios Potencialmente Saudáveis.Este foi o principal assunto das discussões do dia (11) durante o encerramento do I Seminário Maringá Saudável, realizado no auditório Dona Etelvina, no Cesumar.O prefeito Silvio Barros, que participou dos três dias do evento como mediador dos debates, concluiu que "atingir esse objetivo será o grande desafio de Maringá".Participaram dos debates a enfermeira Márcia Cristina Krempel, gestora de projetos intersetoriais, com foco em políticas públicas de promoção de saúde; o coordenador do programa Saúde e Alegria da Amazônia, Rui Anastácio; e o coordenador de promoção da Saúde da Organização Pan-americana de Saúde, Miguel Malo.PARTICIPAÇÃO:Durante os três dias de simpósio representantes de vários segmentos da sociedade ouviram palestras e discutiram o melhor caminho para a saúde da cidade.
O que chamou a atenção e que o chefe do Executivo fez questão de frisar no encerramento, foi a presença dos secretários municipais no evento."Aqui está a prova de que todos os setores da prefeitura estão envolvidos no processo, porque o programa Maringá Saudável depende da participação de todos".Também foi destacada a participação de universitários, estudantes das faculdades com cursos na área de saúde: Uningá, Cesumar e UEM. "Antes mesmo da realização do seminário, nos reunimos com os reitores dessas universidades para firmar o compromisso das instituições no processo. As pesquisas acadêmicas também são muito importantes para levarmos em frente este ousado projeto", comentou Silvio Barros.SEQUÊNCIA:De acordo com o prefeito, o seminário terminou, mas o evento é apenas o início de um longo trabalho, que vai contar com a participação do poder público, das organizações não-governamentais, das lideranças e da população. Para Silvio Barros, a partir de agora, a população deverá ter uma consciência melhor sobre o que é uma cidade saudável. A comissão intersetorial que vem se reunindo desde o começo do ano e que organizou o seminário, vai ser ampliada e passará a partir de agora a trabalhar na elaboração de projetos baseados nos conhecimentos repassados nesses três dias.