TRÂNSITO

Novo túnel começa a receber vigas de sustentação para cobertura

Novo túnel começa a receber vigas de sustentação para cobertura
Ponte rolante é montada na entrada do novo túnel.
A empresa de engenharia responsável pelas obras de rebaixamento da linha férrea em Maringá iniciou nesta semana os trabalhos para assentamento das 270 vigas de sustentação da laje de cobertura do novo túnel ferroviário que está sendo construído na cidade.

O túnel terá percurso de 680 metros, entre a Avenida Dezenove de Dezembro e a Rua Arlindo Planas, na Zona 6.

A colocação das vigas será feita com o auxílio de uma ponte rolante, montada nesta quinta-feira (26) na entrada do túnel, na altura do antigo cruzamento em nível da ferrovia com a Avenida Dezenove de Dezembro.

A montagem do equipamento exigiu interdição parcial e temporária de um trecho da pista de sentido bairro-centro da avenida para o tráfego de veículos.

Ponte rolante

Montada sobre trilhos para facilitar a execução da obra, a ponte rolante já foi utilizada na fabricação antecipada das vigas que darão sustentação à laje da cobertura.

O equipamento vinha atuando, havia um ano, como suporte na produção da maior parte dos materias em concreto pré-moldado que serão utilizados na cobertura do túnel.

A fábrica da empresa que executa a construção do túnel está localizada no percurso da pista norte da Via Expressa, entre as avenidas Tuiuti e Pedro Taques, distante cerca de três quilômetros da obra.

Feitas de concreto ensaiado e com traço especial, as vigas têm 16,8 metros de comprimento por 30cm de largura e altura variável de 1,5m; 2m e 2,5 metros. Conforme a altura cada uma delas pesa entre 12 e 30 toneladas.

No trajeto do novo túnel foram feitas perfurações no solo para a implantação de 540 tubulões de concreto. Eles darão sustentação às 270 vigas da cobertura. No percurso da obra também foi aplicado concreto projetado sobre telas metálicas para contenção das encostas.

A partir da outra “boca” do túnel, na Rua Arlindo Planas, está sendo feita a concordância de nível da ferrovia até a altura da Avenida Paranavaí, a exemplo dos procedimentos adotados no trajeto entre o viaduto da Avenida Tuiuti até o viaduto da Avenida Centenário, no lado leste das obras de rebaixamento.