SUSTENTABILIDADE

Curso de Agentes de Desenvolvimento começa nesta quarta em Maringá

Objetivo é buscar a sustentabilidade das Redes de Desenvolvimento Local; Durante dois dias, moradores de Maringá, Paranavaí e Campo Mourão serão orientados pelo professor e analista político Augusto de Franco para os desdobramentos e evolução do processo em cada localidade

Nesta quarta e quinta-feira (6 e 7), será realizado em Maringá o Programa de Aprendizagem de Agentes de Desenvolvimento Voluntários como Netweavers de redes comunitárias, sob a orientação do professor e analista político Augusto de Franco. Trata-se de uma nova etapa do processo de implantação das Redes de Desenvolvimento Local no Estado e a capacitação em Maringá também envolverá moradores das demais cidades da região em que há redes de desenvolvimento em andamento, como Paranavaí e Campo Mourão.

O curso será o terceiro a ser realizado e tem como principal objetivo capacitar os participantes para que eles próprios adquiram conhecimentos para os desdobramentos e evolução do processo de desenvolvimento local. As primeiras capacitações aconteceram em Londrina e Ponta Grossa. "Nessa nova fase, os participantes são voluntários que moram ou trabalham nas próprias localidades onde atuarão como netweavers. O objetivo é buscar a sustentabilidade do programa, ancorando-o em pessoas que não vão abandonar as localidades após o término do processo de implantação da metodologia", explica Franco.

Entre os temas abordados estão a estratégia de indução do desenvolvimento local por meio do investimento em capital social, a articulação e animação de Redes Sociais, além de toda fundamentação teórica da metodologia das Redes de Desenvolvimento Local.

As redes têm como principal objetivo reunir e articular os moradores para que eles próprios possam definir, através da execução dos oito passos da metodologia, as necessidades e traçar um caminho para acelerar o processo de desenvolvimento da localidade. “As redes locais são formadas pelas pessoas que se engajam conscientes de seu papel na condução do processo de desenvolvimento do local onde moram. Este engajamento fortalece a sociedade que passa a interferir positivamente na gestão pública, participando de ações que signifiquem a melhoria da qualidade de vida”, destacou José Marinho, coordenador da Rede de Participação de Política, iniciativa apartidária da Fiep, que estimula as Redes de Desenvolvimento Local.

Em Maringá, as comunidades do Ney Braga e Santa Felicidade trabalham com a proposta. Já os moradores do Conjunto Habitacional do Jardim São Jorge e Fazenda Velha Brasileira, em Paranavaí, e do Jardim Modelo, em Campo Mourão, apresentaram no mês passado, durante o evento chamado de “Nós Fizemos!”, as primeiras ações realizadas em cada localidade.

Veja mais detalhes pelo site www.desenvolvimentolocal.org.br. Informações pelo e-mail rede@fiepr.org.br