SAÚDE

Semulher apresenta projetos ao cônsul do Japão

Três projetos desenvolvidos pela Secretária da Mulher foram apresentados ao cônsul geral do Japão, Hirotsugu Hagiuda, em Curitiba.

As propostas foram levadas pela secretária da Mulher, que foi acompanhada pelo deputado Federal Luiz Nishimori.

O objetivo foi buscar recursos para viabilizar a compra de uma unidade móvel de mamografia e receber apoio para a implantação de um núcleo de facção na Cooperativa Maringaense de Bordado.

O terceiro projeto visa a compra de um equipamento para a Cooperativa de Velas de Floriano.

Para dar continuidade às idéias a Secretaria aguarda posicionamento do cônsul.

A unidade móvel servirá para fazer exames preventivos nas mulheres que moram nas regiões periféricas de Maringá, zona rural e nos 30 municípios da região.

“Câncer de mama é o câncer que mais mata no Brasil, mas que pode ser prevenido.

A mamografia feita na unidade móvel tem o resultado emitido na hora, ou seja, o processo é rápido.

Para implantá-lo são necessários R$ 274 mil”, comenta.

O projeto está sendo viabilizado em parceria com a Secretaria da Saúde de Maringá.

O projeto de implantação do núcleo de facção tem como objetivo oferecer cursos de qualificação de mão-de-obra e incentivar a geração de emprego e renda.

“Para a efetivação desse projeto são necessários R$ 79 mil.

A idéia é inserir no núcleo também as profissionais do sexo de Maringá”, diz Terezinha.

Já a compra do equipamento para a Cooperativa de Velas de Floriano (Cooperluz), distrito de Maringá, tem como finalidade ampliar o número de cooperadas.

IML:

Ainda em Curitiba, Terezinha apresentou à deputada estadual Cida Borghetti projeto que viabiliza melhorias nas instalações do Instituto Médico Legal (IML) e no atendimento a mulheres agredidas sexualmente, que precisam fazer exame de corpo de delito.

Antes de ir para Curitiba a secretária esteve no IML e constatou diversos problemas que precisam ser solucionados.

“Entre os objetivos estão trocar os bancos de madeira por outros mais confortáveis, disponibilizar escadas para as mulheres subirem na maca e jalecos para serem usados por elas durante a consulta”, diz Terezinha.

O projeto também propõe que as mulheres violentadas sejam atendidas por médicas-legistas e que todo o trâmite burocrático e o atendimento médico sejam feitos num único local.

Prestar acompanhamento psicológico e jurídico para essas mulheres também são metas do projeto.

Segundo dados levantados pela Secretaria da Mulher, neste ano, 492 mulheres foram atendidas no Instituto Médico Legal de Maringá, sendo que 386 foram vítimas de agressão sexual.

O IML presta serviço para 35 municípios que compõem a região de Maringá e está situado na avenida JK de Oliveira, 745, Zona 2.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3221-1319, na Secretaria da Mulher.
Pmm